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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Planeta Terra: O que ele quer de nós?


Descubra qual é o seu papel nesta vida.

Terra é um ser vivo, como diz José Lutzemberger em sua confirmação da "Hipótese Gaia" e todas as teorias contrárias a esta afirmação, começam agora a cair por terra. Nos últimos meses, o noticiário da mídia tem ocupado acima de 30% do seu espaço com a situação do Planeta Terra., terremotos, tsunamis, abalos sísmicos, desgelamento, enchentes, alteração do eixo, etc. Tudo isso gerando uma grande comoção e medo entre todos nós. 

A nossa geração e as demais que vivem neste solo sagrado nunca viram tantos eventos acontecendo com tanta intensidade e num intervalo pequeno entre os mesmos. 
As placas tectônicas que nos protegem das subidas dos magmas estão se ajeitando, procurando colocar na ordem divina tudo aquilo que foi tirado do seu devido lugar e assim, criando as possibilidades de se construir a Nova Terra.

A Mãe Terra tem um plano e este segue a Ordem Divina. Assim sendo, ela terá que realinhar seu eixo, voltando ao seu centro de equilíbrio, que lhe foi tirado há cerca de 12 mil anos, é possível que na Atlândida, através de uma explosão nuclear.

Os Planos Superiores nos contam que a Terra, desde seu início, por volta de 4 bilhões de anos, viveu etapas evolutivas, como todos nós, seres humanos, e no princípio de sua formação, quando ela ainda não estava amadurecida, era um ser que precisava de energia, igual a um bebê que apenas quer sugar o leite da mãe, e sugava para se alimentar de todas as coisas vivas que estavam sobre seu solo. Assim, ela se fortaleceu, formou-se e cresceu até atingir sua idade adulta.

Milhares de anos depois, já amadurecida, ela inverteu a situação e passou a ser a Grande Doadora, oferecendo tudo que ela tem até quase à exaustão, devolvendo tudo aquilo que havia tirado dos seres viventes que habitavam sua crosta.

domingo, 21 de agosto de 2011

Planeta Terra pode ter tido duas luas

Planeta Terra pode ter tido duas luas
Um artigo publicado, esta quarta-feira, na revista Nature, fala da possibilidade de ter existido uma segunda Lua na história da Terra. Segundo a hipótese agora avançada, esta teria colidido com a Lua que conhecemos atualmente, originando as crateras existentes na sua face oculta.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Astrônomo afirma ter descoberto novo planeta


O novo planeta foi batizado provisoriamente de 2003-UB313 Foto: Reuters
O novo "planeta" foi batizado provisoriamente de 2003-UB313
30 de julho de 2005
Foto: Reuters



O astrônomo americano Michael Brown afirmou nesta sexta-feira ter descoberto o "décimo planeta do sistema solar", a cerca de 15 bilhões de quilômetros da Terra.
O novo "planeta", batizado provisoriamente de 2003-UB313, é o corpo celeste mais distante já descoberto gravitando em torno do sol", disse Brown, chefe do departamento de astronomia do Instituto Californiano de Tecnologia (Caltech), em Pasadena. Segundo Brown, o corpo celeste está "situado a 97 unidades astronômicas (14,4 bilhões de quilômetros) da Terra" e é maior que Plutão, o nono planeta do nosso sistema solar, descoberto em 1930.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Especialistas explicam o que está acontecendo com o nosso planeta

O ano de 2010 é o ano da fúria! Em apenas dois meses o planeta foi castigado por uma sucessão de catástrofes pavorosas: terremotos, ondas gigantes e enchentes. O Fantástico procurou cientistas para saber: existe alguma ligação entre tantos desastres?
Terremotos, enchentes, icebergs à deriva, nevascas, tornados, ondas gigantes. Afinal, o que está acontecendo com o nosso planeta? Conversamos com cientistas para esclarecer as dúvidas.
Para não fazer confusão: o Brasil não vai ser devastado por um terremoto como o do Haiti. E os tremores não têm nada a ver com o clima ou com o aquecimento global.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Talvez essa pequena frase: Aquecimento Global ! , nunca não foi tão ouvida, mostrada e discutida seja por cientistas, estudiosos, professores, alunos, chefes de estado e até mesmo por pessoas legias no assunto.
Afinal nunca foi tão vísivel os efeitos do mal uso do nosso dos recursos do nosso planeta Terra e assim como na física: Para toda ação existe uma reação !.
comentario_aquecimento_global.jpg
O planeta Terra simplesmente está tento uma reação, através da natureza, comtempestadesfuracõesterremotostsunami’s e demais catastrofes naturais.
No entanto o famoso Protocolo de Quioto ( ou Protocolo de Kyoto ), um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que provocam o efeito estufa, não foi assinado por alguns paises desenvolvidos com elevado indíce de poluição como é o caso do EUA.
Sendo assim fica realmente díficil, afinal o planeta é a casa de todos nós e todos temos que cuidar dele juntos, pois enquanto todos os governantes de todos os países não se conscientizarem nem a descoberta de um novo planeta poderá nos salvar !
Talvez essa pequena frase: Aquecimento Global ! , nunca não foi tão ouvida, mostrada e discutida seja por cientistas, estudiosos, professores, alunos, chefes de estado e até mesmo por pessoas legias no assunto.
Afinal nunca foi tão vísivel os efeitos do mal uso do nosso dos recursos do nosso planeta Terra e assim como na física: Para toda ação existe uma reação !.
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O planeta Terra simplesmente está tento uma reação, através da natureza, comtempestadesfuracõesterremotostsunami’s e demais catastrofes naturais.
No entanto o famoso Protocolo de Quioto ( ou Protocolo de Kyoto ), um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que provocam o efeito estufa, não foi assinado por alguns paises desenvolvidos com elevado indíce de poluição como é o caso do EUA.
Sendo assim fica realmente díficil, afinal o planeta é a casa de todos nós e todos temos que cuidar dele juntos, pois enquanto todos os governantes de todos os países não se conscientizarem nem a descoberta de um novo planeta poderá nos salvar !

quarta-feira, 30 de março de 2011

'Trabalho Interno' aponta para os vilões do Planeta






CAROL ALMEIDA
Desesperado por mais uma chance de conquistar o mundo, o protagonista malévolo vai ao banco pedir um empréstimo para roubar a Lua e eis que se abrem as portas de uma agência que mais parece a entrada do Inferno bíblico. Uma placa nos diz onde estamos: o banco Lehman Brothers, cujo anúncio de concordata disparou a crise financeira internacional em 2008. A cena pertence à animação Meu Malvado Favorito (2010) e, claro, trata-se de uma piada. Imagine então que Trabalho Interno, documentário indicado ao Oscar este ano, são os bastidores de tudo que deu origem a essa nada ingênua cena com o Lehman Brothers travestido de entrada para o Inferno. O fato é que agora, a história não é nada engraçada e, em lugar do riso, nos deixa de presente uma indigestão moral quase apocalíptica.
Charles Ferguson, o diretor que assume as rédeas de toda a artilharia crítica do filme, não nasceu ontem, é cientista político por formação e, mais importante ainda, está bem longe de ser a estrela de seus filmes, prática comum ao questionado modelo Michael Moore de fazer cinema. Anteriormente indicado ao Oscar pelo filme No End in Sight, sobre como a administração Bush tentou criar a legitimidade de uma invasão americana no Iraque, Ferguson sabe que não é preciso lágrimas correndo pela tela (ainda que este recurso seja usado em um rápido momento do filme) para provar que a crise econômica do mundo é séria e, sobretudo, dramática. E isso vale para gregos, troianos e para todos que acompanham o desenrolar da História na distância segura de sua LCD ou TV de plasma.
Bastante substancioso de informações, Trabalho Interno tem como intenção redesenhar as origens e o desenrolar da crise financeira americana de 2008 que, ao contrário daquela de 1929, afetou não apenas os Estados Unidos mas o mundo inteiro em um efeito dominó irreversível. Naturalmente, em duas horas de filme, a quantidade de dados, gráficos e depoimentos exibidos para que se feche esse documentário chega a ser vertiginoso e, pode ter certeza, para quem não é familiar as premissas básicas do assunto, haverá momentos de confusão e dúvidas. Ainda assim, Ferguson, com toda sua bagagem de metodologia acadêmica, consegue conduzir seu documentário sem criar grandes fossos de entendimento.
Para organizar as suas ideias, o diretor dividiu o filme em cinco partes: Como Chegamos Lá; A Bolha; A Crise; A Prestação de Contas e Onde Estamos Agora. Explica basicamente que toda a volatilidade do mercado financeiro americano começou quando Ronald Reagan desregulamentou a até então rígida lei que controlava a atuação dos chamados bancos de investimento. O crédito se abriu, as pessoas passaram a prosperar em cima de empréstimos e, chegados os anos 00, o mercado imobiliário começou a inchar com um sistema que, além de desregulamentado, era ratificado por grandes bancos e seguradoras como investimentos altamente seguros.
Os pormenores econômicos que, sim, são bastante complexos para uma sala de cinema e particularmente estranhos para quem desconhece o malicioso sistema de hipotecas e seguros nos EUA, ganham explicações razoavelmente didáticas. O filme consegue, por exemplo, deixar claro que toda a especulação trilionária em cima do dinheiro que não existe é sustentada por uma teia tão espessa quanto a do Homem Aranha: de um lado, universidades de renome, como a Columbia e a Harvard, endossam a desregulamentação e, em troca, seus grandes professores recebem boas quantias de dinheiro para prestar serviços de "consultoria" ao governo federal.
Do outro, um sistema legislativo que não tem autonomia para punir gente que faliu e continua falindo o bolso do planeta. Pessoas como os últimos Secretários do Tesouro norte-americano - Henry Paulson e o em exercício Timothy Geithner - e os últimos chefes do FED (o Banco Central americano) - Alan Greenspan e o em exercício Ben Bernanke, são mostrados como ardilosos seres (humanos?) que, desde Reagan, continuam recebendo cafuné da Casa Branca. Por razões óbvias, nenhum dos nomes acima citados se sentiu à vontade para bater uma prosa com o diretor deste filme.
A voz narrativa e explicativa do filme - que é de ninguém menos que Matt Damon - nos ajuda a perceber como esse sistema é, ao mesmo tempo, complexo e simples de se entender. E, claro, mesmo sem as explicações dos protagonistas, é importante observar como Ferguson arranca daqueles que se dispuseram a depoimentos incríveis - para o bem e para o mal.
Naturalmente muito bem recebido por personalidades estrangeiras como Christine Lagarde, ministra de Economia da França, Dominique Strauss-Kahn, membro do Partido Socialista francês que hoje é diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) e George Soros, o húngaro-americano conhecido por seu um dos mais sábios (e ricos) investidores do mercado de ações e taxas de câmbio, Ferguson teve uma recepção bem menos calorosa de membros do sistema em si. Pessoas cujas respostas, ora quase humoristicamente evasivas, ora irritadas e nervosas, dão ao filme seu carimbo de legítimo drama.
Drama porque, na ponta de tudo isso, estamos nós, protagonistas de uma história cujos bilionários vilões não são de animação como no caso de Meu Malvado Favorito. São seres bem reais que, administração após administração, recebem beijos e abraços da Casa Branca, seja ela de Bush pai, Bush filho ou de Barack Obama. E atenção: Trabalho Interno talvez tente nos dizer que, mais do que roubar a Lua, eles queiram mesmo é roubar a Terra

sexta-feira, 4 de março de 2011

Terra vale 5 quatrilhões de dólares, afirma pesquisador


Físico americano cria fórmula para calcular o potencial de novas 'Terras'

De acordo com a fórmula, a Terra vale 100 vezes o valor do produto interno bruto de todos os países juntos
De acordo com a fórmula, a Terra vale 100 vezes o valor do produto interno bruto de todos os países juntos (Nasa)
Lossa atenção"Quanto vale o planeta Terra? Cerca de 5 quatrilhões de dólares, de acordo com o astrofísico americano Greg Laughlin. O valor, cerca de 100 vezes o produto interno bruto (PIB) de todos os países juntos, foi calculado utilizando uma fórmula criada pelo próprio cientista. Sua ideia é avaliar os exoplanetas — como são chamados os planetas fora do Sistema Solar — descobertos pela Kepler, a sonda de 600 milhões de dólares da Nasa, agência espacial americana.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ensino Superior terá Centro de formação em Ciências da Terra


Paris –  A ministra do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia, Cândida Teixeira, manteve esta sexta-feira, na sede da UNESCO, em Paris, um encontro com a directora-geral desta organização internacional, Irina Bokova, a quem apresentou a candidatura para o estabelecimento em Angola, em Novembro deste ano, de um Centro de Excelência para a Formação em Ciências da Terra e Sustentabilidade em África.


Segundo uma nota chegada hoje, domingo, à Angop, o encontro, presenciado pelo delegado permanente de Angola junto da UNESCO, Diekumpuna Sita-José, fez parte do programa da visita da ministra Cândida Teixeira, que incluiu um outro encontro com o bureau do Grupo Africano na UNESCO e uma conferência de imprensa, para além de ter visitado as instalações da delegação de Angola onde reuniu com o pessoal afecto a esta representação diplomática.


Em jeito de balanço da sua missão a Paris, a ministra do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia revelou estarem criadas as condições para a implantação do Centro para a Formação em Ciências da Terra, uma iniciativa que vem figurada em primeira instância junto do Comité Planeta Terra e cuja importância para o desenvolvimento nacional e regional advém do facto de poder formar quadros angolanos e de outros países africanos vizinhos.


Assim, a investigação científica, actualmente absorvida pelos países mais desenvolvidos, será transferida para as competências académicas saídas do Centro angolano.


O Banco Espírito Santo Angola (BESA) é o principal patrocinador do projecto centro, tendo cedido as instalações bem como o financiamento necessários ao seu arranque.


Cândida Teixeira indicou que as universidades Agostinho Neto (Angola) e de New Castle (Inglaterra) são parceiros credíveis do projecto, e estão à altura de prestar apoio cientifico para a formação de quadros devidamente qualificados.


A ministra disse ainda que o Grupo Africano na UNESCO, com quem reuniu, felicitou a iniciativa e prometeu apoios para o projecto, o que irá catapultar África para outros patamares no domínio da investigação científica.


O reitor da Universidade Agostinho Neto, Orlando da Mata, que integrou a delegação ministerial, descreveu as cadeiras de especialidade do Centro de Formação em Ciências da Terra, nomeadamente Geologia, Hidrologia, Recursos Hídricos, Geofísica e Ciências do Ambiente.


Inicialmente, os docentes serão oriundos das Universidades de New Castle e Agostinho Neto, já que esta última possui bons professores formados em Geologia, explicou o reitor Orlando da Matta.


Dos quadros formados pelo Centro, uns permanecerão no mesmo, integrando o corpo docente e outros serão encaminhados para o sector produtivo. Todos os quadros saídos do Centro terão o grau de Mestre e de PHD (doutores).


Os requisitos de admissão para os estudantes no Centro é possuírem já o grau de Mestre. Os cursos serão ministrados em inglês e português.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Jogos de planetas

Planet Racer

Você está na competição interplanetária de carros. Dirija seu carro velozmente e tente dar a volta ao planeta antes que seu rival. Se o consegue, passará à seguinte ronda.







fonte:
http://pt.yupis.org/jogos/planet-racer/

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Frases sobre Planeta

"Todos os homens que se aborrecem num planeta passam a sua pobre vida a procurar outro." (Charles Nodier)


"Quem habita este planeta não é o Homem, mas os homens. A pluralidade é a lei da Terra." (Hannah Arendt)


"Ditosos os planetas que não têm satélites, assim na terra como no céu." (Jacinto Benavente)


"A gravidade explica os movimentos dos planetas, mas não pode explicar quem colocou os planetas em movimento. Deus governa todas as coisas e sabe tudo que é ou que pode ser feito." (Isaac Newton)


"Depois de uma olhada nesse planeta, qualquer visitante extraterrestre dirá: "Eu quero ver o gerente." (William S. Burroughs)


"Às vezes creio que há vida em outros planetas, e às vezes creio que não. Em qualquer um dos dois casos a conclusão é assombrosa." (Carl Sagan)


"Como zeladores do planeta, é nossa responsabilidade lidar com todas as espécies com carinho, amor e compaixão. As crueldades que os animais sofrem pelas mãos dos homens está além do nossa compreensão. Por favor, ajude a parar com esta loucura." (Richard Gere)


"Não existem garantias neste planeta; existem apenas oportunidades."
(Douglas MacArthur)



"Pode ser que haja vida inteligente em qualquer outro planeta. Neste, positivamente, só há a mais absurda estupidez." (Millôr Fernandes)


"Eu estou otimista globalmente. Tantos cientistas estão trabalhando freneticamente na reparação de nosso planeta." (Steve Irwin)


"Desejando o impossível, a luta de cada um no dia-a-dia poderá transformar o planeta." (Marcelo Rubens Paiva)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

COMO ANDA A SAÚDE DO PLANETA TERRA.

O título do diálogo sugere algum tipo de QUESTIONAMENTO?
Bem! Essa é a intenção, viajar sobre a idéia de como estamos conduzindo as nossas vidas e como podemos interferir para melhorar a saúde do planeta, e assim melhorarmos a nossa harmonia com o nosso lar que é o Planeta Terra.
O que quer dizer saúde?
Palavra derivada do latim, que quer dizer no sentido popular, um estado das coisas que estão em equilíbrio.
E este diálogo se baseará na questão dessa palavra.
Como o meu primeiro diálogo, tentarei deixar uma ou várias questões em aberto para poder dar o ar da graça do questionamento.
Como eu dizia, o significado mais salutar para a palavra saúde no idioma português, é a palavra equilíbrio.
Vivemos num mundo habitado por milhões de seres vivos, dos quais os seres vivos da espécie humana acham-se predominantes, em muitos aspectos dos conceitos humanos, sobre as outras espécies de seres viventes deste universo chamado terra. E que se acham no direito de ditar as regras de conduta de toda vida que há neste Humilde planeta que chamarei de lar. Muitas pessoas só conhecem meia dúzia de mamíferos, pra não falar sobre um rol de seres que algumas pessoas julgam conhecer profundamente pela national gegrafic ou por qualquer outro canal de televisão. Por estes mesmos canais de televisão há pessoas que tentam conscientizar sobre as milhões de vidas que temos que respeitar para viermos em harmonia com o nosso lar. Tarefa difícil da qual colocarei em questão.
Só que a grande maioria dos seres humanos, não está nem aí pra essa baboseira. “O mundo é grande para jogar papel de balinha pela ruas, quanto mais outros diversos tipos de sujeira”.
Se 4 países do 3º mundo como a China, Índia, Paquistão e o nosso Brasil tivessem o padrão de vida dos europeus ou dos americanos, tínhamos que ter mais dois planetas com as mesmas matérias primas que estes países utilizam para suprir a necessidade de abastecimento das pretensões de conforto dos mesmos, matérias prima que são o ponto de equilíbrio do nosso planeta.

Exemplo: A devastação das florestas para fazer papel, móveis de luxo, Deques de piscinas, queima de carvão para as usinas, e até mesmo para o nosso simples churrasco de final de semana são ofensas ao equilíbrio do nosso lar (Planeta Terra).
Há várias saídas alternativas que podem ser a “alternativa politicamente correta”, mas isso exige ações não só governamentais, podemos começar por nós mesmos, como exemplo, podemos pensar antes de consumir determinados produtos que não seguem o politicamente correto. Por exemplo: utilizar carvão de barro para os churrascos ao invés de carvão natural, ou mesmo que seja natural prefira os de eucalipto, que são de reflorestamento, a utilização de vários copos descartáveis na empresa podem ser amenizado se você reutilizar o seu copo várias vezes, e assim com pequenas ações, poderemos juntos ajudar no equilíbrio do nosso lar, o nosso “Planeta Terra”.

Bem! Como os artigos tem que ser sucintos, vou deixar estas questões que, com certeza irei continuar a dialogar.
Dica de observação: Assistam o filme “AVATAR”, este filme pode ser o princípio de vários questionamentos para podermos inventar as soluções dos mesmos.

Não vejo a hora de continuar esta conversa!
Até logo mais!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Planeta Terra é mais jovem do que se pensava!

Para confirmar a idade da Terra, a equipa de cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, compararam determinados isótopos do manto terrestre, com meteoritos da mesma idade do sistema solar.
Recorrendo à modelação os peritos chegaram à conclusão que o período de formação do núcleo do nosso planeta terá durado mais do que até agora se pensava, cerca de 3 vezes mais, 100 milhões de anos.
Os cientistas concluem então que a Terra é 70 milhões de anos mais jovem do que se pensava, com uma idade de 4,467 mil milhões de anos.
Segundo Cientistas ingleses a formação da terra não terá decorrido ao longo de 30 mas sim de 100 milhões de anos, o que faz com que a terra seja 70 milhões de anos mais nova do que se pensava.

Atração do Planeta

O grupo novaiorquino Yeasayer, uma das atrações do Planeta Terra Festival, que acontece no dia 20 de novembro no Playcenter, em São Paulo, fez nessa quinta-feira (21) seu maior show em Londres, na mítica casa de shows Roundhouse. As informações são do site NME.com.
 
Nomes como Rolling Stones, Jimi Hendrix, Led Zeppelin, Pink Floyd e The Doors já tocaram no local, e o vocalista Chris Keating não escondeu a emoção de tocar lá. "Nosso primeiro show em Londres foi no Barfly, do outro lado da rua. Eu lembro de olhar para cá e pensar 'eu adoraria tocar ali'. Obrigado a todos por lotar esse lugar! O Pink Floyd tocou aqui em 1967, o Doors... Isso é sério, obrigado, pessoal", disse.
O vocalista subiu ao palco carregando seu "monstro de estimação" Bommel, um bizarro ser de borracha, parecido com o monstro do filme A Coisa, que aparece no clipe da música Madder Red. Antes de cantar O.N.E., ele brincou com o público, dizendo: "Se vocês não dançarem essa eu vou largar tudo, nunca mais vou fazer música".

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A terra está doente, mas pode ficar saudável


Mudanças climáticas põem em risco o futuro do planeta e, também, o dos nossos filhos e netos.
 
Nosso planeta está doente. Mudanças no clima nos últimos 200 anos afetaram a saúde da Terra. Se os habitantes - o que inclui governos e empresas, além da sociedade - não agirem, seus filhos e netos terão o futuro comprometido.




O efeito das mudanças climáticas é o aquecimento global. Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) alerta que a temperatura média do planeta subirá 4 graus até o fim do século, se mantido o crescimento dos níveis de poluição da atmosfera (porção de ar que envolve a Terra). Mas não é em todas as regiões que vai esquentar - o desequilíbrio causado pelo aquecimento global tornará alguns locais mais frios.



ENTRE O BEM E O MAL

Em torno da Terra sempre existiu uma camada de gases, chamada efeito estufa, que funciona como isolante térmico, mantendo a temperatura global. "O efeito estufa é benéfico, pois sem ele não haveria vida na Terra", diz Rachel Biderman, coordenadora dos Programas de Sustentabilidade Global e Consumo Sustentável do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV).



Segundo ela, o problema é que a emissão de gases, como o dióxido de carbono ou gás carbônico (CO2), torna o efeito estufa maléfico - e provoca alterações no clima. O CO2 é produzido toda vez que há queima de fontes "sujas" de energia, como petróleo, carvão e gás natural. Fala-se que elas são sujas porque poluem a atmosfera.



CICLONE TROPICAL

É fácil ter uma idéia do que o aquecimento global acarreta: a humanidade vem enfrentando fenômenos climáticos mais freqüentes e violentos do que em outros tempos, como tempestades, furacões e ciclones. O Brasil viu o seu primeiro ciclone tropical em 2004. Com ventos de até 180 km/h e fortes chuvas, o Catarina destruiu 40 mil casas em cidades de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.



TRÊS DANOS REAIS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

- Derretimento das geleiras eternas do topo de montes como Fuji, no Japão, e Kilimanjaro, na Tanzânia: os rios dos vales no entorno dos picos são alimentados pelo degelo da neve no verão. E seu volume está diminuindo, prejudicando a irrigação de culturas agrícolas e a produção industrial que depende da água.

- Derretimento das calotas polares no sul e no norte: pedaços de gelo de água doce alteram a salinidade do mar, causando mudanças no clima e na cadeia alimentar. O urso polar, por exemplo, já tem dificuldade para achar comida.

- Savanização da Amazônia: se a devastação continuar, por causa da pecuária, das fazendas de soja e da extração de madeira, e o clima esquentar, a floresta vai virar um cerrado (terreno plano, com trechos de seca). Com isso, várias espécies locais vão acabar. E, sem a força do "pulmão do planeta", a emissão de gases poluentes ganhará força, prejudicando a Terra.



EFEITO ESTUFA RUIM "SUFOCA" A TERRA

Normalmente, o calor do sol atravessa a camada de gases que formam o efeito estufa em torno da Terra e, após chegar à superfície terrestre, retorna ao espaço e se dispersa. Mas, como essa camada de gases está muito grossa, boa parte do calor não consegue atravessá-la na volta. Assim, fica na atmosfera e causa mudanças no clima.



"Aí, o efeito estufa funciona como a tampa de uma panela que não deixa o vapor sair", explica a especialista Rachel Biderman.



CONSUMO ESGOTA RECURSOS NATURAIS

Se a industrialização, por si própria, já provocou um estrago enorme ao planeta, outros fatores ajudaram a ampliar a degradação. O surgimento das fábricas, a partir da Revolução Industrial, no século 18, propiciou a produção em massa de alimentos, roupas e outros itens. Trouxe conforto, é verdade, mas, ao mesmo tempo, gerou um ciclo de produção e consumo irresponsável. O aumento das populações nas cidades levou a uma maior produção de itens para alimentá-las. Essa produção, por sua vez, exigiu grandes quantidades de fontes de energia "sujas", conforme já foi dito. Isso sem falar no próprio lixo que resulta de todo esse processo e, não raro, é despejado de forma imprópria na natureza. Em resumo, os recursos naturais foram sendo minados, em vez de repostos, criando um ciclo de insustentabilidade - ou seja, que não se sustenta - e precisa ser revisto.



A boa notícia é que dá para salvar a Terra de um desastre maior. Nós, habitantes da Terra,

temos obrigação de criar alternativas sustentáveis para o sistema capitalista industrial. Isso significa colocar a qualidade de vida (do planeta e das pessoas) em primeiro lugar. Não significa, por outro lado, reduzir o nível de investimento das empresas ou ter uma vida menos confortável. Trata-se de valorizar os recursos naturais, que continuam sendo desperdiçados.



É preciso rever padrões de produção e consumo, sem comprometer o ritmo de crescimento das nações. Um ponto essencial é substituir energias não renováveis pelas renováveis, como a eólica (produzida pelo vento) e a solar. Esse trabalho precisa começar hoje. Portanto, sem essa de pensar: "Já que a Terra está doente, vamos aproveitar o que resta dela". Como diria Al Gore, candidato derrotado à Presidência dos EUA e celebridade da causa ambientalista, "cada um de nós é uma causa de aquecimento global, mas cada um pode se tornar também parte da solução".



COMO CADA UM PODE SALVAR O PLANETA



- Governos precisam investir em pesquisas para que os cientistas criem tecnologias que combatam as mudanças no clima.

- Instituições financeiras devem emprestar dinheiro a custo baixo para as firmas comprarem máquinas que produzam de forma "limpa".

- Empresas têm que rever modelos de produção e dar o exemplo com ações de responsabilidade ecológica e social.

- Consumidores devem exigir que supermercados, feiras e outros comércios tenham cada vez mais produtos feitos com respeito ao meio ambiente. Escolas devem ensinar os jovens sobre isso, pois eles são os adultos de amanhã.



PARA SABER MAIS



"Uma Verdade Inconveniente" (Ed. Manole): livro do candidato derrotado à Presidência dos

EUA, Al Gore, que alerta sobre os perigos do aquecimento global. O livro virou um documentário, que ganhou o Oscar 2007. Disponível em DVD para compra e locação (verifique o preço na locadora da sua preferência).

Curiosidades sobre a terra e o universo

No espaço, os astronautas não conseguem chorar, porque não há gravidade para que as lágrimas possam escorrer.




O maior vulcão existente chama-se Olympus Mons e situa-se em Marte. Tem 600 Km de largura e é três vezes mais alto que o Monte Everest.



Cerca de 150 toneladas de fragmentos de meteoritos embatem na Terra todos os anos.



O telescópio Hubble é tão poderoso que consegue fotografar uma mosca a piscar os olhos a uma distância de 13.700 Km.



Quando os astronautas da Apollo 12 aterraram na Lua, o impacto causado fez com que a superfície lunar vibrasse durante 55 minutos. As vibrações foram captadas por instrumentos laboratoriais da NASA, o que levou os geólogos a criar a teoria de que a superfície de Lua é composta por frágeis camadas de rocha.



O planeta Júpiter é duas vezes maior do que todos os outros planetas, satélites, asteróides e cometas do nosso Sistema Solar juntos.



Segundo os cientistas, existe ouro em Marte, Mercúrio e em Vénus.



É possível ver 500.000 crateras na Lua olhando-se da Terra.



O Sol é 330.000 vezes maior que a Terra.



7 é o número de grandes desastres ecológicos, possivelmente erupções vulcânicas, que modificaram o rumo da história da Terra ao longo dos últimos 300 milhões de anos.



3 milhões é o número estimado de pessoas que morreram em consequência de terramotos desde 1900.



45% dos Americanos não sabem que o Sol é uma estrela.



41 - O tamanho do primeiro pé que pisou a Lua.



175 dias - Era o tempo que uma pessoa a correr sem parar (9,5 Km/h) demoraria a dar uma volta à Terra. Uma volta ao redor da Terra tem 39.840 Km. Na circunferência de Júpiter, essa mesma tarefa levaria 1.935 dias ou mais de 5 anos.



12.756 Km - O diâmetro da Terra à volta do Equador. De pólo a pólo, o diâmetro é de 12.713 Km.



5.980.000.000.000.000.000.000 toneladas - O peso da Terra.



A Terra é sacudida por mais de 20.000 tremores de terra anuais, 80 vezes por dia.



São necessárias 200.000.000 palhinhas enfileiradas para dar uma volta à Terra.



Em Saturno, os ventos são 10 vezes mais fortes do que um furacão. A sua velocidade pode chegar aos 1.770 Km/h.



Se fossemos a conduzir um carro a uma velocidade constante de 160 Km/h, levariamos cerca de 221.000 milhões de anos para chegar ao centro da Via Láctea.

Como Nasceu A Terra

O planeta Terra surgiu a partir de poeira cósmica há mais de quatro bilhões e meio de anos. Para compreendermos esse imenso tempo de evolução geológica vamos transpor a história do planeta para as 24 horas de um único dia. A meia-noite nasceu a criança Terra, a meia-noite e oito minutos planeta inteiro derreteu e seu núcleo de ferro líquido gerou um escudo magnético que nos protege de raios prejudiciais, aos dezesseis minutos depois da meia-noite uma colisão cataclísmica produziu a nossa lua. Após esse nascimento violento e tumultuado a superfície esfriou, uma crosta se formou e água se acumulou na superfície, então pouco antes de uma hora da manhã o palco estava armado para o capítulo mais importante da história do nosso planeta, a origem da vida.

A história da Terra

Há 3,5 bilhões de anos, da massa de moléculas inanimadas de carbono surgiu a vida. Parece milagre, mas é pura química. O planeta, então, era freqüentemente bombardeado por meteoros, restos da explosão inicial.



1. De tempos em tempos, a vida na Terra sofre um grande golpe e ocorre uma extinção em massa. Foi assim há meio bilhão de anos, quando boa parte dos seres sumiu de repente. Pouco se sabe sobre a tragédia – mas a prova de que ela aconteceu são as conchas fossilizadas de animais marinhos, cuja diversidade teve uma brusca redução.



2. Há 230 milhões de anos ocorreu outra grande extinção. Das espécies marinhas, 96% simplesmente sumiram. Algumas teorias especulam que grandes erupções vulcânicas provocaram isso. Essa extinção em massa, conhecida como a do fim do Permiano, foi muito pior do que a que acabou com os dinossauros.



3. A culpa pela extinção em massa que assolou o planeta há 65 milhões de anos, matando os dinossauros, geralmente é atribuída a um meteoro, embora ainda haja dúvidas. Paradoxalmente, o cataclismo foi um impulso para a vida: abriu espaço para que outras espécies se desenvolvessem. Fenômeno parecido aconteceu em outras extinções.



4. Vivemos hoje outra imensa extinção em massa, esta com uma causa bem diferente das outras: a ação humana. Centenas de espécies somem todos os dias por causa da perda de hábitats, principalmente nas florestas tropicais. O homem já é a maior força transformadora do planeta, superando tempestades, furacões e terremotos.







ERA ARQUEOZÓICA



3 bilhões



As células se espalham pela Terra. Mas o processo é lento, devido aos meteoros. O planeta ainda guarda o calor da explosão estelar e, por isso, seu interior vive vazando por vulcões. Outro problema são os tórridos raios solares.







ERA PROTEROZÓICA



2 bilhões



A agitação cósmica e geológica foi aos poucos diminuindo, enquanto o planeta esfriava. Forma-se a camada de ozônio, que torna os raios solares menos nocivos e permite o surgimento de formas de vida mais complexas.







1 bilhão



Aparecem células mais complicadas, as chamadas eucariontes, que possuem todas as organelas. A vida vai tomando o planeta, protegida do Sol pela camada de ozônio. Os meteoros são cada vez mais raros.







600 milhões



Surgem os primeiros organismos multicelulares – todos invertebrados. A variedade de vida aumenta de uma maneira impressionante. Os oceanos se povoam com os seres mais estranhos.







ERA PALEOZÓICA



400 milhões



Há 350 milhões de anos, os vertebrados saem do mar – surgem os anfíbios. Todos os continentes estão unidos em um só grande bloco – a Pangéia, que começa a ser habitada por muitas plantas primitivas.







300 milhões



Os répteis aparecem há 300 milhões de anos e, em seguida, tomam o planeta. Os primeiros dinossauros passam a ser vistos em todos os continentes. Os insetos também se diversificam muito.







ERA MESOZÓICA



200 milhões



Surgem os mamíferos – então não muito mais que ratinhos com características de répteis. A Terra ainda é dos dinossauros. Outra inovação: as plantas ganham flores.







100 milhões



Com a extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos, sobra espaço para os mamíferos. Eles se tornam maiores e mais diversificados e herdam o trono do planeta. As aves também se espalham.







ERA CENOZÓICA



Hoje



Surge o homem – há apenas 100 mil anos, insignificantes para a história do planeta. A nova espécie altera a Terra como nenhuma antes.